25 de jun. de 2010

Empreendedorismo e Oportunismo Religioso

Igreja Universal abre drive-thru de oração e oferta

A Igreja Universal abriu em seu templo da Vila Mariana, na zona sul de São Paulo, um drive-thru de oração e oferta. Esse tipo de atendimento rápido a pessoas dentro do carro foi popularizado no Brasil nos anos 80 pela McDonald’s. Depois, também com êxito, o sistema foi adotado pelos bancos, como o Bradesco e o Itaú.
 O templo da Vila Mariana fica em uma rua de congestionamentos, principalmente entre às 18h e 20h. 
O propósito do pastor Osvaldo Volpini, o responsável pelo lugar, é atrair quem esteja parado no trânsito e necessite de um apoio espiritual de emergência. 
Tão rápido quanto uma loja de fast food, um pastor do drive-thru entrega ao motorista um folheto com os horários dos cultos, faz uma oração e um pedido de oferta à igreja. Coisa de cinco minutos. 
Volpini disse que esse sistema já existe na Universal de Houston, Texas (EUA). O bispo Renato Cardoso, o responsável pelo templo de lá, aproveitou a ideia das igrejas que em 2006 começaram a dar atendimento nas mais movimentadas rodovias norte-americanas.

O site Arca Universal, da igreja, informou que, nestas primeiras semanas de funcionamento, o drive-thru tem atraído inclusive motoqueiros e pedestres, que não são afetados pelo congestionamento do trânsito. Relatou um caso da eficiência do serviço: depois de ter passado no drive-thru, uma costureira, que estava desesperada por causa de dificuldades financeiras, recebeu o pagamento de todos os seus devedores.

Créditos: VBM, Fonte: e-paulopes 

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Euforia da Copa de 2014

SÃO PAULO - A realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas no Brasil está contribuindo para o aquecimento do setor de marketing esportivo no Brasil, com o aquecimento dos negócios em projetos ligados direta ou indiretamente aos dois eventos. É o que afirmam grandes grupos de serviços de marketing e comunicação, como Traffic, Havas e ABC, que anunciam a entrada de aportes em projetos de gerenciamento de arenas esportivas, abertura de escritórios e consultoria a projetos de patrocínio e ativação ligados a esporte e entreterimento

O grupo Traffic, conglomerado que atua há 30 anos com marketing esportivo e outros negócios, como mídia, direitos de transmissão de campeonatos, gerenciamento de carreiras de jogadores de futebol, está apostando no gerenciamento de arenas esportivas. A divisão, chamada Traffic Arenas, foi criada há pouco mais de um ano e tem três projetos em andamento, com Palmeiras, Ponte Preta e Grêmio. "Além do contrato com a WTorre e com o Palmeiras, assinado no ano passado, há um memorando de intenções para gerenciamento o estádio do Grêmio com a OAS, e outro, em estudo, em conjunto com a Ponte Preta e a Odebrecht", afirmou Júlio Mariz, presidente da Traffic Sports. "Os patrocinadores estão direcionados ao futebol, a economia do futebol tem crescido muito, o que gera o interesse na construção de estádios", completou.

Outro avanço da empresa nessa área se deu com a compra de 60% da Planmusic, no início do ano, para suprir os espaços das arenas com shows internacionais de grande porte. "Todos os nossos projetos [de arenas multiúso] têm esse perfil, de ter espaço para shows. A negociação de transmissão também pode ocorrer, vamos avaliar caso a caso", disse. A expectativa é de que a área de entretenimento fature R$ 80 milhões até 2011 e que também traga novos contratos de patrocínio e ativação. A Planmusic trouxe ao Brasil shows de artistas como Beyoncé, Rolling Stones e U2.

Grupos internacionais

O grupo francês Havas, sétimo maior conglomerado de comunicação do mundo que opera no País com a agência Euro RSCG e com a holding de serviços de marketing HVS, anuncia a chegada da Havas Sports & Entertainment, divisão esportiva que atua em 18 países. A meta é que em três anos a divisão brasileira da rede seja, ao lado do México, uma das cinco de maior faturamento, atrás apenas de França, Espanha e Reino Unido. Entre os clientes globais da rede, estão marcas como Adidas, Castrol, Coca-Cola e Hyundai Kia, todas patrocinadoras da Copa do Mundo. "Já sentimos uma certa ansiedade dos anunciantes em saber como aproveitar os dois eventos esportivos no Brasil. Todos os grandes anunciantes estão avaliando uma oportunidade de vincular sua marca a esses eventos", afirma Ricardo Reis, diretor-geral da HVS, controladora da Havas Sports no Brasil, que está em busca de um executivo local para comandar a operação.

A rede foi fundada há 12 anos na França e na Espanha e começou sua expansão mundial em 2003. A abertura da empresa em território nacional foi oficializada na semana passada, com a vinda do diretor mundial de Operações da rede, Jérôme de Chaunac. Antes disso, o diretor-geral da operação espanhola Ignacio Iglesias, mapeou o mercado esportivo e de entretenimento brasileiro, visitando empresas que investem fortemente nessas áreas e agências especializadas, além de entrevistar candidatos à posição de diretor-geral da operação esportiva.

Segundo o executivo, a empresa pretende se estabelecer como um dos principais players de consultoria esportiva e entretenimento e de criação de projetos de ativação de marca ligados a patrocínios, que pode ser uma ação promocional vinculada ao patrocínio de shows e de eventos esportivos.

O interesse estrangeiro no mercado esportivo brasileiro também está se revelando em consultas à agências locais, para fechar parcerias. É o que afirma Geraldo Rodrigues, presidente da Reunion Sports & Marketing, do grupo ABC. "Temos sido procurado por agências de fora para formar parceria. Estamos conversando com alguns grandes grupos internacionais e devemos fechar alguma parceria em breve."

Na opinião do executivo, no momento há uma grande demanda por informações sobre a área esportiva no País. "O Brasil é um mercado muito atípico e distante de países europeus, tem uma logística diferente por ser um país continental e as grandes empresas precisam disso para saber como poderão fazer ações de ativação ou promocionais", diz.

A agência tem forte atuação na área automobilística e de esportes radicais, com eventos como a edição brasileira da Fórmula Indy e da Stock Car e do X-Games, e gerenciamento de carreiras de esportistas como o piloto Luciano Burti. Nos últimos dois anos, cresceu 150% e atribui o fato ao maior interesse dos anunciantes em investir na área esportiva. "O marketing esportivo era pouco conhecido: muitas vezes era preciso explicar o que é. Nenhuma agência de propaganda tinha interesse em investir na área por que isso roubava a verba das agências em mídia. Depois dos Jogos Pan-americanos, e agora, com a Copa e as Olimpíadas, isso mudou", conclui o executivo.

24 de jun. de 2010

O Tiro Saiu Pela Culatra

Piores planos de Marketing para Copa do Mundo

O site Mundo do Marketing enumerou os piores planos de marketing nesse mundial de 2010:

1) HYUNDAI: a montadora fechou um mega patrocínio para a Copa e decidiu usar esse investimento para tentar divulgar um "novo jeito de torcer" - um tal de ´"tchó, tchó", que nunca vi ninguém fazer fora da TV (nem mesmo os torcedores da Coreia). Para piorar, a marca gasta a propaganda INTEIRA mostrando só isso. Não mostra e nem fala nada de nenhum de seus produtos ou benefícios. Hã???



2) HONDA: contratou o Ronaldinho Gaúcho para estrelar uma nova campanha durante a Copa. Será que eles pensavam que ele seria convocado??



3) SALGADINHOS TORCIDA (Pepsico): Os salgadinhos Torcida, da Lucky (empresa do grupo Pepsico), ganharam sabores comemorativos de alguns países. O salgadinho temático do Brasil tem sabor "Pimenta Biquinho Brasileira". O salgadinho da Itália tem sabor Queijo Provolone. E o da Espanha tem sabor Lingüiça Calabresa. Ops... quer dizer que agora a Calábria fica na Espanha??


 4) LEITE DE ROSAS: querendo aproveitar o momento comercial, até esta tradicional marca tentou se associar a futebol. Eu concordo que a Copa do Mundo é um evento que abrange todas as idades e sexos, mas quando um produto mais conhecido e usado por senhoras começa a fazer uma promoção ligada a futebol é porque algo está muito errado no mundo.

 5) PIZZA HUT: a franquia de Porto Alegre divulgou um concurso onde premiava a "melhor mandinga" para Copa do Mundo. Sei que muita gente acha que "em época de campeonato, vale tudo", mas usar de superstição ou misticismo para construir a marca foi, no mínimo, polarizante demais para uma marca como essa

Comercial de Cerveja com Paris Hilton Censurado

O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) suspendeu a veiculação da campanha da cerveja “Devassa Bem Loura”. Segundo o Conar, foram suspensas as propagandas na televisão, no rádio, em jornais e revistas, na internet e até mesmo no site da cervejaria.
E tudo isso porque um gaiato qualquer fez a queixa diretamente ao Conar por se sentir agredido pela sensualidade da deliciosa (só deliciosa, nada mais que isso) socialite Paris Hilton. Fora essa denúncia, há mais outros 3 pedidos contra a campanha da Devassa.
A segunda denúncia vem da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres, que alega que o site da Devassa tem conteúdo sexista. O terceiro processo foi aberto a pedido da Cervejaria Petrópolis, concorrente do Grupo Schincariol, que produz a Devassa. A fábrica concorrente também alega que o conteúdo da campanha é muito sensual. E a quarta é também da Secretaria Especial dos Direitos da Mulher, que diz que a “campanha desrespeita a figura da mulher”.

Veja o Comercial que foi censurado:

O Lado negro do Cigarro


Instituído pela Organização Mundial da Saúde em 1987, Dia 31/05 é considerado o Dia Mundial Sem Cigarro.O objetivo da campanha é conscientizar os fumantes sobre os riscos e as consequências que o tabaco traz para a saúde de quem fuma e dos não fumantes. 
O foco da campanha este ano foi as mulheres jovems, objetivando alertar as mulheres sobre as estratégias de marketing que a indústria do fumo vem utilizando para atingi-las. Segundo a OMS, as mulheres têm se tornado as novas vítimas do tabagismo ao serem seduzidas pela suposta “glamorização” do hábito de fumar. O tema foi escolhido porque o número de mulheres fumantes está em constante crescimento enquanto o de homens tem praticamente estagnado.


Sob o mote “Gênero e Tabaco”, foram criados alguns cartazes ao estilo de revistas de moda, onde se chama a atenção para perigos do tabagismo entre as mulheres: perda de fertilidade, parto prematuro e câncer cervical são alguns exemplos.
O fumo é a maior causa de mortes evitáveis do mundo, matando mais de 5 milhões de pessoas por ano. Destas, em média 1,5 milhões são mulheres. Além disso, as mulheres sofrem mais do que os homens com os efeitos nocivos do tabagismo passivo. Das 430 mil mortes que ocorrem a cada ano por essas causas, 64% são mulheres.
A OMS estima que mais de um 1 bilhão de pessoas são fumantes em todo o mundo, dentre as quais mais de 200 milhões são mulheres.